Relendo me deu vontade de voltar a escrever...
Faz falta escrever, ficar "devaneando", pensando em tudo que aconteceu de bom ou de ruim e que faz ter vontade de escrever.
Faz quase um ano que não escrevo, e tanta coisa aconteceu durante esse período... tantas desilusões, tantos problemas e algumas poucas coisas boas.
Sinto falta de escrever... será que consigo voltar?
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
working...
working...
ouvindo Britney Spears... rs
Nada como trabalhar à noite, ouvir música pop e ter um amor ao lado...
especialmente quando as coisas começam a ficar boas novamente.
nem acredito que logo mais poderei dizer ufa! a má fase saiu...
ah sim... os astros estào a meu favor, e eu adoro plutão...
ouvindo Britney Spears... rs
Nada como trabalhar à noite, ouvir música pop e ter um amor ao lado...
especialmente quando as coisas começam a ficar boas novamente.
nem acredito que logo mais poderei dizer ufa! a má fase saiu...
ah sim... os astros estào a meu favor, e eu adoro plutão...
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
e na verdade nada volta à normalidade
É engraçado pensar em como buscamos uma suposta normalidade, uma rotina talvez. Uma pseudo-mudança na vida e que na verdade não muda nada.
Esperamos que todas as áreas se encaixem como num jogo, um quebra cabeças a ser montado e que sempre, sempre falta uma peça, aquela pequena peça do meio que constitui o esqueleto de todo o desenho.
Me baseando em experiências pessoais e no que ouço das pessoas (adquiri uma certa compreensão, uma facilidade em ouvir as pessoas, sem opinar sobre o que elas dizem, sem significar que deixei minha teimosia e prepotência de lado), percebo que todos buscamos a mesma coisa: essa normalidade, que na verdade, não existe.
Neste mundo atual, o que pode ser clasificado como natural, normal? Depende. A normalidade imposta nos meios de comunicação, aquela que nos é enfiada guela a baixo (desculpem os termos) é uma, a vida de cada um é totalmente diferente.
O consumo de drogas que tragam algum tipo de felicidade hoje, seja qual for, temporária ou não, mostra um pouco disso. Na busca desenfreada de uma pseudo-normalidade, uma aceitação perante uma sociedade que muda a cada minuto, que nos joga informações via internet numa fração de segundos de tempo, recorremos a meios que nos tragam felicidade, a vida comum e gostosa que sempre almejamos.
O que importa hoje é pensar a respeito dessa felicidade falsa com a qual nos importamos tanto, será que ela seria a mesma para todos? será que no fundo não buscamos um reconhecimento interior, ou uma forma de identificação em uma sociedade que te impõe tudo isso: as pessoas devem se inserir em grupos, estar conectadas 24 horas por dia, e vivendo em intensa solidão ao mesmo tempo.
Algo para refletir...
*Fico afastada do blog por muito tempo, mas sempre volto. As surpresas da vida me tiraram de minha pseudo-normalidade, por isso o afastamento. Mas sinto falta dessa página, talvez uma de minhas drogas.
Esperamos que todas as áreas se encaixem como num jogo, um quebra cabeças a ser montado e que sempre, sempre falta uma peça, aquela pequena peça do meio que constitui o esqueleto de todo o desenho.
Me baseando em experiências pessoais e no que ouço das pessoas (adquiri uma certa compreensão, uma facilidade em ouvir as pessoas, sem opinar sobre o que elas dizem, sem significar que deixei minha teimosia e prepotência de lado), percebo que todos buscamos a mesma coisa: essa normalidade, que na verdade, não existe.
Neste mundo atual, o que pode ser clasificado como natural, normal? Depende. A normalidade imposta nos meios de comunicação, aquela que nos é enfiada guela a baixo (desculpem os termos) é uma, a vida de cada um é totalmente diferente.
O consumo de drogas que tragam algum tipo de felicidade hoje, seja qual for, temporária ou não, mostra um pouco disso. Na busca desenfreada de uma pseudo-normalidade, uma aceitação perante uma sociedade que muda a cada minuto, que nos joga informações via internet numa fração de segundos de tempo, recorremos a meios que nos tragam felicidade, a vida comum e gostosa que sempre almejamos.
O que importa hoje é pensar a respeito dessa felicidade falsa com a qual nos importamos tanto, será que ela seria a mesma para todos? será que no fundo não buscamos um reconhecimento interior, ou uma forma de identificação em uma sociedade que te impõe tudo isso: as pessoas devem se inserir em grupos, estar conectadas 24 horas por dia, e vivendo em intensa solidão ao mesmo tempo.
Algo para refletir...
*Fico afastada do blog por muito tempo, mas sempre volto. As surpresas da vida me tiraram de minha pseudo-normalidade, por isso o afastamento. Mas sinto falta dessa página, talvez uma de minhas drogas.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
aprendizagens
Na nossa vida ocorrem fatos que nos fazem muitas vezes refletir e até mudar pontos importantes em nossas vidas.
Eu notei que minha vida tornou-se uma bagunça de uns tempos pra cá, mas devido a tudo que aconteceu, aprendi algumas coisas que precisava.
Acho que não só comigo, mas com quem está a meu redor também, o que é bastante interessante. Desde então passei a ler mais, produzir mais, enfim...
Ah, claro que nunca abandono minha veia "dramática" e bastante patética, mas que no fundo, eu adoro. (rs)
Passei por algumas coisas nos últimos anos, que me tornaram uma pessoa de certa forma amarga e egoísta. Admito, sempre tive uma veia individualista, de não confiar muito em ninguém, de achar que não preciso de ninguém, enfim....
Eu continuo preferindo os animais à seres humanos, mas estou aprendendo a valorizar e respeitar especialmente àqueles que me amam.
Agradeço as broncas que levei, não tive nem como retrucar e armar discussões, como é de meu feitio, e pela paciência e compreensão, características que eu acreditava serem minhas.
Quanto aos astros, eles continuam sendo parte da minha vida, não digo influência, porque planeta e aspecto não faz nada sozinho. Mas, realmente muita coisa que está acontecendo tem seu sentido.
E eu só quero que o dia termine bem... mais uma vez.
Eu notei que minha vida tornou-se uma bagunça de uns tempos pra cá, mas devido a tudo que aconteceu, aprendi algumas coisas que precisava.
Acho que não só comigo, mas com quem está a meu redor também, o que é bastante interessante. Desde então passei a ler mais, produzir mais, enfim...
Ah, claro que nunca abandono minha veia "dramática" e bastante patética, mas que no fundo, eu adoro. (rs)
Passei por algumas coisas nos últimos anos, que me tornaram uma pessoa de certa forma amarga e egoísta. Admito, sempre tive uma veia individualista, de não confiar muito em ninguém, de achar que não preciso de ninguém, enfim....
Eu continuo preferindo os animais à seres humanos, mas estou aprendendo a valorizar e respeitar especialmente àqueles que me amam.
Agradeço as broncas que levei, não tive nem como retrucar e armar discussões, como é de meu feitio, e pela paciência e compreensão, características que eu acreditava serem minhas.
Quanto aos astros, eles continuam sendo parte da minha vida, não digo influência, porque planeta e aspecto não faz nada sozinho. Mas, realmente muita coisa que está acontecendo tem seu sentido.
E eu só quero que o dia termine bem... mais uma vez.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Paixão e Parcerias
O estudo dos genes mostra que eles têm papel decisivo na escolha dos pareciros amorosos.
A euforia provocada pela paixão é a mesma experimentada pelo uso de alguma droga. A mesma região do cérebro é inundada pelo neurotranmissor dopamina, associado à sensação de prazer e de recompensa. Em ambos os casos, o ser apaixonado é capaz de perder o senso em busca do objeto do seu desejo.
Hormônios são os culpados pela duração de apenas dois anos de uma paixão amorosa. No início da relação, o elemento químico chamado neurotrofina, que aciona o desejo, é abundante. Com o tempo, essa substância é substituída por outro hormônio, a oxitocina. Este, por sua vez, consolida os sentimentos mais duráveis de amor e de compromisso.
Do ponto de vista da biologia evolutiva, a paixão e o amor não fazem muito sentido. Nossos genes são programados para selecionar parceiros com fins reprodutivos.
A paixão é um vício que pode fazer mal. Quando é rejeitado, o apaixonado passa por sofrimentos fisiológicos. Os circuitos cerebrais relacionados à tomada de decisões arriscadas e os ligados à dor física tornam-se ativos. Hoje, a dor da paixão é levada a sério pela ciência.
Fonte: Revista MAG "paixão à la mode" n° 14.
A euforia provocada pela paixão é a mesma experimentada pelo uso de alguma droga. A mesma região do cérebro é inundada pelo neurotranmissor dopamina, associado à sensação de prazer e de recompensa. Em ambos os casos, o ser apaixonado é capaz de perder o senso em busca do objeto do seu desejo.
Hormônios são os culpados pela duração de apenas dois anos de uma paixão amorosa. No início da relação, o elemento químico chamado neurotrofina, que aciona o desejo, é abundante. Com o tempo, essa substância é substituída por outro hormônio, a oxitocina. Este, por sua vez, consolida os sentimentos mais duráveis de amor e de compromisso.
Do ponto de vista da biologia evolutiva, a paixão e o amor não fazem muito sentido. Nossos genes são programados para selecionar parceiros com fins reprodutivos.
A paixão é um vício que pode fazer mal. Quando é rejeitado, o apaixonado passa por sofrimentos fisiológicos. Os circuitos cerebrais relacionados à tomada de decisões arriscadas e os ligados à dor física tornam-se ativos. Hoje, a dor da paixão é levada a sério pela ciência.
Fonte: Revista MAG "paixão à la mode" n° 14.
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