quarta-feira, 1 de abril de 2009

Lei de Murphy completa 60 anos

A famosa lei de Murphy está completando 60 anos agora, em 2009. Para quem a utiliza e não faz idéia de onde ela apareceu, ela surge em 1949 na Força Aérea americana. Os engenheiros haviam criado um novo teste para medir a resistência do corpo humano à força da gravidade. Um voluntário ficava amarrado a uma cadeira que era acelerada num trilho a 320km/h. Quando a cadeira atingia sua velocidade máxima, os engenheiros apertavam um botão e ela freava em menos de um segundo. Essa desaceleração violenta tinha como objetivo reproduzir os efeitos da gravidade sobre o organismo. No primeiro teste, o voluntário saiu muito machucado, com vários ossos quebrados e vasos sanguíneos rompidos. Nos meses seguintes o teste foi repetido várias vezes, sempre com o voluntário se arrebentando. Mas um belo dia, o capitão Edward Murphy Jr, que estava coordenando a experiência, percebeu que os técnicos haviam cometido um erro terrível. Os sensores haviam sido ligados ao contrário, e por isso não funcionaram - não foi possível medir a força da gravidade em nenhum dos testes. Todo o sofrimentos do voluntário foi em vão. Que beleza! Foi aí que Murphy, muito irritado, cunhou a famosa frase que viria a se tornar a lei universal do pessismismo.
Desde então, diversos estudos e experiências tentaram comprovar científicamente a lei de murphy, com resultados contraditórios. A emissora BBC e o programa Mythbusters constataram que, na prática, o pãozinho que cai da mesa tem a mesma chance de tocar o chão com a manteiga virada pra cima ou pra baixo. Logo, o seu café-da-manhã está a salvo da lei de Murphy.
Mas um estudo feito por economistas ingleses revelou que, no mercado financeiro, ela realmente existe: quando coloca seu dinheiro numa empresa nova, que ainda não conhece, o investidor tem mais chance de perder do que de ganhar. A lei também faturou o prêmio Ig Nobel, concedido a descobertas inusitadas. "Alei de Murphy nos faz rir e refletir ao mesmo tempo", diz Marc Abrahams, diretor do prêmio. "Ela ajuda a considerar o que pode dar errado, algo necessário em qualquer trabalho científico", afirma. Ou seja, é preciso pensar no pior para evitar que ele aconteça.

Fonte: Revista superinteressante - Abril 2009.

é... é legal pensar e rir um pouco da lei de Murphy mesmo.
Acho que o ideal é acreditar que o errado pode acontecer e fazer de tudo pra evitá-lo.
Apesar que, ultimamente a lei de Murphy tem permeado minha vida, rs... é impressionante como tudo fica fora do lugar. Bom, parabéns a lei, e parabéns ao início do meu inferno astral, aí sim, danou-se tudo.

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